• Research Center in Biodiversity and Genetic Resources

    InBIO Associate Laboratory

    Research Center in  Biodiversity and Genetic Resources
  • Research Center in Biodiversity and Genetic Resources

    InBIO Associate Laboratory

    Research Center in  Biodiversity and Genetic Resources
  • Research Center in Biodiversity and Genetic Resources

    InBIO Associate Laboratory

    Research Center in  Biodiversity and Genetic Resources
  • Research Center in Biodiversity and Genetic Resources

    InBIO Associate Laboratory

    Research Center in  Biodiversity and Genetic Resources
 

 

 

 
 
Há Vida no Parque! - Flora Vascular
22 e 23 de Março de 2014 | Parque de Serralves
2014-03-22
 

 

No fim de semana de 22 e 23 de Março Há Vida no Parque! em Serralves e desta vez vai ser dedicado à Flora Vascular (o que geralmente designamos por plantas). Mais uma actividade no âmbito da parceria entre a Fundação de Serralves e o CIBIO-InBIO.

 

Todas as actividades têm entrada livre.

 

SÁBADO (ADULTOS)
Conversa, das 15h00 às 16h00, Espaço.Parque (Quinta de Serralves)
seguida de Percurso no Parque, das 16h00 às 17h30.

 

DOMINGO (FAMÍLIAS)
Percurso no Parque, das 11h00 às 12h30
Oficina na Sala do Serviço Educativo no Museu, das 10h00 às 13h00.

 

Conversa e Percursos: João Torres, Cláudia Santos e Paulo Alves, (Investigadores do CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos).
Oficina: Mundo Científico, Lda.

 

Sinopse da actividade:

Desde a última glaciação verificaram-se alterações paisagísticas muito significativas no norte de Portugal. Estas alterações relacionaram-se, numa primeira fase, com as grandes mudanças climáticas decorrentes do final da Idade do Gelo, que conduziram a um período de auge das florestas de quercíneas. Com o advento da agricultura em meados do Holocénico iniciou-se uma nova fase, na qual ainda vivemos hoje, em que as comunidades humanas determinam a evolução da paisagem, em função das suas próprias dinâmicas sociais e políticas.
Na conversa vamos compreender como as paisagens atuais são o resultado de dinâmicas ambientais e sociais nos últimos 10,000 anos. Nos percursos pelo Parque vamos observar espécies autóctones e exóticas que tiveram um papel ecológico ou económico importante nestas dinâmicas.

 

Mais informação sobre estas e outras actividades no website da Fundação de Serralves.