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Café com Ciência com Paulo Marques
23 de Fevereiro de 2014 | Fundação de Serralves
2014-10-21
 

Este domingo, dia 23 de Fevereiro, é dia de Café com Ciência em Serralves. Uma actividade dinamizada no âmbito do projecto Serralves 360º.

O arquitecto Paulo Marques será o investigador convidado. Uma conversa descontraída onde se falará da sua experiência que passa pela prática, pelo ensino e ainda pela investigação. Sempre acompanhada de bolinhos e café.

 

O evento tem entrada livre e decorre às 11h na biblioteca da Fundação de Serralves.

Inscrição prévia para 226 156 587 ou c.almeida@serralves.pt

Mais informações no website da Fundação de Serralves.

 

Sobre o investigador convidado:

O convidado desta sessão do Café com Ciência é o Professor associado de Arquitetura Paisagista, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Paulo Farinha Marques. Formou-se em Arquitetura Paisagista no Instituto Superior de Agronomia – Universidade Técnica de Lisboa (1988) e doutorou-se na Universidade de Sheffield, Faculty of Architectural Studies (UK), também em Arquitetura Paisagista (1999). Desde 1996 tem combinado a docência com a elaboração de projetos de arquitetura paisagista a várias escalas.


Desde que aos 8 anos disputou com o pai um canteiro para plantar violetas e túlipas, não mais cessou de seguir o fascínio da dinâmica e da estética dos espaços vivos. Em lugares maiores, entre sebes de marmeleiros, freixos e galinhas de água confirma um interesse forte por ecologia e sua expressão sensorial. Convicto de que um mundo melhor, mais belo e mais justo, se perspetiva pela ação do ordenamento e desenho do espaço exterior, busca intensamente a área profissional onde isso possa ser concretizado. Quando volta da Inglaterra após o doutoramento, motivado pela construção da modernidade através da educação, promove, em conjunto com outros colegas, a instalação da arquitetura paisagista ao nível da aprendizagem universitária no norte de Portugal.


Combinando prática e atividade académica, vai descobrindo a maneira de abordar o projeto de arquitetura paisagista sob a forma de projeto de investigação, valorizando o desenho do espaço e o trabalho de campo como ferramentas essenciais para a resposta a questões fundamentais sobre a integração do Homem com a Natureza. Dá muitas aulas e com grande motivação pois continua a acreditar que a educação é um dos mais valiosos contributos para o progresso das sociedades. Cultiva plantas autóctones e flores, adora Mozart, Sarah Voughan e fado. Ocasionalmente faz aguarelas.


As suas áreas principais de interesse são o ordenamento e desenho de estruturas verdes do ponto de vista ecológico, social e estético (jardins, parques e matas de recreio) o estudo da vegetação na paisagem, o estudo da biodiversidade urbana e a avaliação do caráter da paisagem.